
Em clima de revolta, de despedidas e de homenagens, foi sepultado ontem, o corpo do policial rodoviário Márcio Pereira de Queiroga, 34 anos. O enterro aconteceu por volta das 11h, no cemitério Parque da Saudade, no bairro Vinhais. A cerimônia contou com honras militares, como salva de tiros e toque de corneta, realizadas pelos agentes da PRF.
O policial foi morto com um tiro no peito, na noite da última segunda-feira, 12, por volta das 20h, no momento em que um bando assaltava duas jovens. Quando viram o agente saindo de uma academia de ginástica na avenida São Luís Rei de França, no Turu, atiraram e acertaram o peito dele, sem ao menos ele reagir.
A ação covarde dos assassinos, que já foram capturados por uma ação conjunta das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal, deixou os policiais rodoviários perplexos, pois além de perderem um amigo, perderam também um grande profissional, que atuava no comando do Núcleo de Operações Especiais da PRF (NOE), onde combatia a criminalidade em todo o Estado.
“Queiroga veio para a PRF em 94, são 14 anos dedicados ao órgão. Era instrutor de direção defensiva – ministrava cursos em todo o país, inclusive, em outros órgãos públicos. Especialista em identificação de veículo, um dos melhores da PRF. Tinha acabado de assumir o NOE, pela sua competência. Ou seja, não só perde a PRF, mas a sociedade em geral, pois era um cara correto e bastante competente”, lamentou o inspetor Henriques, da assessoria de comunicação do órgão.
Estava de férias – Para o corregedor da PRF, inspetor Santos, o policial foi alvejado em um momento de descontração, quando ainda estava de férias. “Em um momento de lazer, onde se encontrava despreparado, ele foi covardemente alvejado. Isso mostra que policiais também são seres humanos, e que não devem abaixar a guarda nem nesses momentos. Apesar de Márcio ser um policial 24h, ele foi morto fora das operações. Era um bom pai, um bom filho, um bom marido e um dos melhores policiais do Brasil”, afirmou.
Márcio era pernambucano, mas prestou concurso para o Maranhão, onde se tornou policial rodoviário, foi instrutor de diversos cursos dentro e fora da polícia, inclusive, em nível nacional, como os Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro. Ele deixa uma mulher e dois filhos – um de 17 anos e outro de um ano de idade. O primeiro filho havia passado na primeira fase do vestibular da Universidade Federal do Maranhão (Ufma).
Diante do caixão, sua esposa, Celijane Queiroga, lamentava a perda do marido, pois não entendia porque aquele fato teria acontecido com ela, chorando compulsivamente. Celijane recebia o amparo de familiares.
Os acusados do crime foram encaminhados para o Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Eles vão responder por homicídio, porte ilegal de arma e formação de quadrilha. O adolescente foi encaminhado para a Delegacia do Adolescente Infrator (DAI). O quinto elemento ainda não foi identificado.
O policial foi morto com um tiro no peito, na noite da última segunda-feira, 12, por volta das 20h, no momento em que um bando assaltava duas jovens. Quando viram o agente saindo de uma academia de ginástica na avenida São Luís Rei de França, no Turu, atiraram e acertaram o peito dele, sem ao menos ele reagir.
A ação covarde dos assassinos, que já foram capturados por uma ação conjunta das polícias Civil, Militar e Rodoviária Federal, deixou os policiais rodoviários perplexos, pois além de perderem um amigo, perderam também um grande profissional, que atuava no comando do Núcleo de Operações Especiais da PRF (NOE), onde combatia a criminalidade em todo o Estado.
“Queiroga veio para a PRF em 94, são 14 anos dedicados ao órgão. Era instrutor de direção defensiva – ministrava cursos em todo o país, inclusive, em outros órgãos públicos. Especialista em identificação de veículo, um dos melhores da PRF. Tinha acabado de assumir o NOE, pela sua competência. Ou seja, não só perde a PRF, mas a sociedade em geral, pois era um cara correto e bastante competente”, lamentou o inspetor Henriques, da assessoria de comunicação do órgão.
Estava de férias – Para o corregedor da PRF, inspetor Santos, o policial foi alvejado em um momento de descontração, quando ainda estava de férias. “Em um momento de lazer, onde se encontrava despreparado, ele foi covardemente alvejado. Isso mostra que policiais também são seres humanos, e que não devem abaixar a guarda nem nesses momentos. Apesar de Márcio ser um policial 24h, ele foi morto fora das operações. Era um bom pai, um bom filho, um bom marido e um dos melhores policiais do Brasil”, afirmou.
Márcio era pernambucano, mas prestou concurso para o Maranhão, onde se tornou policial rodoviário, foi instrutor de diversos cursos dentro e fora da polícia, inclusive, em nível nacional, como os Jogos Pan-Americanos, no Rio de Janeiro. Ele deixa uma mulher e dois filhos – um de 17 anos e outro de um ano de idade. O primeiro filho havia passado na primeira fase do vestibular da Universidade Federal do Maranhão (Ufma).
Diante do caixão, sua esposa, Celijane Queiroga, lamentava a perda do marido, pois não entendia porque aquele fato teria acontecido com ela, chorando compulsivamente. Celijane recebia o amparo de familiares.
Os acusados do crime foram encaminhados para o Centro de Triagem do Complexo Penitenciário de Pedrinhas. Eles vão responder por homicídio, porte ilegal de arma e formação de quadrilha. O adolescente foi encaminhado para a Delegacia do Adolescente Infrator (DAI). O quinto elemento ainda não foi identificado.
Fonte: J. Pequeno
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